"Existem testes que podem ajudar, eventualmente, mas eles não se aplicam a todo mundo", explica uma psicóloga. Nem mesmo entre os psicólogos a adoção do teste é uma regra. Há profissionais que usam e outros que preferem não se valer desse instrumento. Qualquer que seja o método usado, o fato é que os jovens que buscam um serviço de orientação vocacional chegam muito "perdidos"...
E funciona?
Essa "fragilidade" faz com que a pessoa seja facilmente iludida com os testes vocacionais on-line - que são encontrados aos montes pela Internet.
Para a professora Flávia Henriques, psicóloga, pedagoga e coordenadora do curso de Psicologia da Unisantos (Universidade Católica de Santos), a orientação vocacional não é necessária, mas é importante. "O jovem deve procurar esse serviço na sua escola ou fora dela. Muitas escolas têm psicólogos e fazem esse trabalho desde o primeiro ano do Ensino Médio. Na escola que não tem psicólogo, os próprios professores devem orientar os alunos", aponta.
Mas nunca se esqueça de que testes desse tipo não têm validade científica - eles são apenas um instrumento de autoconhecimento para ajudá-lo a refletir sobre sua escolha profissional. Se forem usados como instrumento único, deve-se ter muito cuidado se escolher sua profissão a partir deste, pois muitas vezes, pode não ser muito confiável.
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